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Foram os missionários jesuítas que, ainda por volta de 1700, iniciaram a colonização da região deixando gado para criarem-se soltos trazidos das Missões, sendo denominada Baqueria de los Pinhales (Vacaria dos Pinhais). Em 1697, os Padres Espanhóis, saindo das Missões, adentravam os nossos campos com a primeira leva de gado vacum. A estrada das tropas, aberta em 1727 e 1729, destinada primeiramente ao comércio de gado, ligou a região dos Campos de Cima da Serra a Lages, Curitiba e São Paulo. Em 1713, os índios das Missões abriram picadas nos futuros Matos Castelhano e Português, penetrando o Planalto ou seja, a região jesuítica da Vaccaria dos Pinhais. Dos vestígios da dominação da Companhia de Jesus, entre outros, citamos o célebre marco de pedra polida, cuja origem não foi identificada, descoberto no então segundo distrito de Bom Jesus, que, afora sinais e letras de legenda, nele se encontra a data sugestiva de 1622 o qual, segundo A. de Taunay e P. Geraldo Pauwels, representa o mais antigo monumento do Rio Grande do Sul. Em 21 de dezembro de 1761 se fundava a Capela curada de Nossa Senhora da Oliveira de Vacaria em conseqüência do encontro da santinha. Constam os registros que, em 1785 havia 24 ocupantes de terras com títulos legais e 64 ocupantes sem título algum. Destes possuidores destacamos o lagunense Manoel Rodrigues de Jesus que, segundo Manoel Duarte, sua prole se desdobraria incalculavelmente, representando, bem se pode dizer, a população vacariense, onde não há família que não descenda ou não se ramifique a sua arvore genealógica, bem como a prole de José de Campos Bandemburg.
Vacaria (RS). Prefeitura. 2011. Disponível em: http://www.vacaria.rs.gov.br. Acesso em: maio 2011.
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